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O que faziam os escravos de ganho


As principais atividades a que se dedicavam eram as de carregadores, doceiras e pequenos consertos, embora alguns senhores induzissem as escravas à prostituição, o que era proibido por lei.
Em algumas pesquisas, temos a descrição de situações em que escravos desempenhavam funções que só eram possíveis por meio de um laço de confiança com seu dono.
Escravos de ganho eram escravos que, no período colonial e no, império, eram capturados pela elite em batalhas, realizavam tarefas remuneradas a terceiros, e repassava parte da quantia recebida para o seu senhor.
Ir para: navegação, pesquisa, este artigo ou secção deverá ser fundido com, pecúlio.Melhor resposta: O chamado "negro ou preto de ganho" era o escravo que cujo o senhor estabelecia uma quantia em dinheiro a ser paga de forma regular, diária, semanal, a quinzenal etc., em geral diária, pelo escravo que ia ganhar esse dinheiro trabalhando por conta.Dessa forma, a condição de escravo não mais anula sua capacidade de interferir no tempo em que viveu através de ações e estratégias que lhe concedem voz própria.Geralmente, esses escravos possuíam uma condição de vida relativamente melhor e acabavam também se relacionando mais proximamente com a família de seu senhor.Nos centros urbanos, a recorrência desses escravos domésticos também era bastante expressiva.Em geral, por conta da grande demanda inerente a esse tipo de atividade, muitos escravos eram conduzidos até as propriedades monoculturas envolvidas no desenvolvimento do mercantilismo europeu.Ao longo do dia, desempenhavam diferentes funções trabalhando nas lavouras e demais instalações da propriedade rural.Uma questão que pode mostrar esse escravo de outra forma pode ser vista quando tratamos das funções desempenhadas por esses durante e após o período colonial.Os escravos estiveram presentes em diferentes funções e contextos sociais ao longo da história brasileira.Ultimamente, novas obras permitem valorizá-lo como indivíduo portador de suas próprias tradições.Geralmente, um senhor que passava por dificuldades financeiras ou não tinha meios para explorar todo o seu plantel acabava cedendo parte de suas peças para um terceiro, que em troca lhe recompensava com uma quantidade de dinheiro.Na residência do proprietário, havia uma parcela de escravos que se dedicava ao cuidado das tarefas ligadas ao ambiente doméstico.



Contudo, não podemos nos limitar ao ambiente da lavoura e da senzala quando falamos dos escravos.
Embora conhecida desde o século xvii nas áreas urbanas, na época do Império a prática foi mais controlada pelo estado, que concedia licença aos proprietários para o seu uso.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Não sendo um espaço ligado à exploração da terra, devemos salientar que as cidades abriam portas para que muitos escravos fossem utilizados em outras atividades econômicas.Geralmente, o seu dono ficava com a maior parte dos lucros obtidos ao longo do dia.Nesse local acabavam firmando laços de socialização e, até mesmo, utilizavam daquele momento para promoverem algumas manifestações culturais.Ao saírem de casa, algumas mulheres pertencentes à elite costumavam vestir suas escravas com luxuosas peças e acessórios para rechaçar sua condição social abastada.Muitas vezes, aproveitando das habilidades de um negro, o proprietário acabava transformando-o em um escravo de ganho.Em outros casos também podemos assinalar a existência dos chamados escravos de aluguel.(desde março de 2018 se discorda, discuta sobre esta fusão aqui.Ao tratarmos sobre a condição do escravo no Brasil, somos muitas vezes tentados a salientar repetidamente a situação degradante desses sujeitos históricos.


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